Eis aqui uma coisa a se pensar. Qual a função do artista?


Um detalhe!!!!!! estou lutando com o Sibelius para conseguir colocar umas partituras no blog. tentei mas ficaram muito grandes. Mas hei de conseguir!!!!!!!!!
Aí, gente, o Alex Rodriguez me deu um toque que tinham escrito um lance de mim para o Fabiano Carelli. Aí fui ver. Olha só o que escreveram de mim (o baixista do guitarrista anterior!!!) Esse texto foi tirado dos scraps do Fabiano.
"Ae mano, olha só, eu estava ontem no Centro Cultural, eu sei que não podia, mas acabei tirando umas fotos, ficaram ruins, porque não liguei o flash pra produção não me pegar, haha.
Pra mim, você e o baixista do guitarrista anterior foram os que mataram a pau literalmente. Mas todos os músicos presentes foram excelentes."
Pois é, foi o comentário sobre esse baixista que vos fala. Até parece!!!!!
E aí, galera!!!
Quem quiser os exercícios, coloque o e-mail aqui no blog ou me envie um e-mail. O endereço é paulorenatopereira@yahoo.com.br .
Abraço.
Coluna Fretless – Paulinho Pereira - Cover Baixo - Setembro/2005
Olá, pessoal! Quando eu me mudei do interior para São Paulo, a primeira coisa que pensei foi em arrumar um professor, afinal, tinha que atualizar tudo o que sabia, apesar de ter estudado por quatro anos com o Jorge Oscar, sentia que estava defasado. Então fui estudar com o Itamar Collaço, que me ensinou uma coisa muito importante no estudo do contrabaixo, uma coisa para a qual venho tentando direcionar vocês nessas colunas, o pensamento horizontal do braço do baixo.
Sei que de começo todos nós (espero) estudamos os 5 desenhos da escala no braço, de forma vertical. Tudo bem, mas isso é só o começo. O estudo das escalas de forma apenas vertical limita a tocabilidade, a leitura e o desenvolvimento do raciocínio melódico, pois impede a continuidade linear da melodia/linha. Por isso fui levando o nosso estudo para esse caminho – vertical-diagonal-horizontal.
Uma coisa que sempre pergunto para os meus alunos é se eles vêm sentindo diferença quando estão tocando com as suas bandas. Isso é de extrema importância. Se você estuda e na hora de tocar não vê melhora alguma, tem coisa errada, pode ser com o seu professor ou com você mesmo. Sente no começo da aula e converse, às vezes seu estudo pode ser direcionado de forma diferente e pronto! Seu desenvolvimento pode ser otimizado.
Este mês, para finalizar o estudo das escalas, vou passar os desenhos que uso para estudar as escalas maiores em duas e três oitavas, começando com a tônica nas cordas Mi, Lá e Si (para quem tem).
O exercício 1 mostra a escala de Sol maior, indo da nota na terceira casa da corda Mi até a 24ª casa da corda Sol (para quem tem). De novo só passo a digitação alemã, já que a convencional é conhecida. Repare que depois da 12ª casa volto a usar a digitação convencional, já que, pelo tamanho do braço, a alemã se torna desnecessária e até desconfortável.
O exercício 2 mostra a escala de Dó começando na terceira casa da corda Lá. De novo, depois da 12ª casa a digitação é tradicional.
O exercício 3 mostra a escala de Dó, desta vez começando na primeira casa da corda Si. Nada impede que essa escala seja tocada até a 24ª casa, a nota sol, que é a Quinta do Dó.
Espero que esses exercícios ajudem vocês, um abraço e até mês que vem.
Eu e meu set up "caseiro".
Apresentação de um duo de baixo, tocando Blackbird
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